Mauro Galvão

Mauro Galvão

Mauro Geraldo Galvão

Posição: Zagueiro
Data de Nascimento: 19/12/1961
Naturalidade: Porto Alegre (RS)

Carreira:
Internacional: 1979 - 1986
Bangu: 1986 - 1987
Botafogo: 1987 - 1990
Lugano: 1990 - 1996
Grêmio: 1996 - 1997
Vasco: 1997 - 2000
Grêmio: 2001 - 2001

Títulos:
Campeonato Brasileiro - 1979 - Internacional
Campeonato Gaúcho - 1981 - Internacional
Campeonato Gaúcho - 1982 - Internacional
Campeonato Gaúcho - 1983 - Internacional
Campeonato Gaúcho - 1984 - Internacional
Campeonato Carioca - 1989 - Botafogo
Copa América (Campeonato Sul-Americano) - 1989 - Brasil
Campeonato Carioca - 1990 - Botafogo
Campeonato Brasileiro - 1996 - Grêmio
Campeonato Brasileiro - 1997 - Vasco
Copa do Brasil - 1997 - Grêmio
Campeonato Carioca - 1998 - Vasco
Taça Libertadores da América - 1998 - Vasco
Copa Mercosul - 2000 - Vasco
Campeonato Brasileiro - 2000 - Vasco

Ele era apenas um garoto de 18 anos, mas o espírito de liderança já estava nele. Tanto que Falcão, a estrela do Inter não pensou duas vezes antes de aconselhar o técnico Ênio Andrade a efetivá-lo no time. Assim começou a carreira do zagueiro Mauro Galvão, campeão nacional logo em suas primeiras partidas como profissional. A sorte foi importante, mas não a única qualidade de Mauro Galvão ao longo desses 20 anos de carreira. Extremamente técnico para um zagueiro, certa vez foi repreendido por Falcão por "não ter dado um bico". Atônito, Falcão ouviu do jovem zagueiro: "mas onde é o bico?".

Justamente por acharem um desperdício contar com um jogador tão talentoso lá atrás é que muitos técnicos resolveram exercitar a criatividade às custas do futebol de Galvão. Na metade dos anos 80, Galvão jogava ao lado do técnico Pinga e do veloz Aloísio. Sem espaço na zaga, foi lateral-esquerdo de muito sucesso naquele time colorado e marcou um antológico gol de bicicleta em um clássico Gre-Nal.

Mário Juliato, por exemplo, queria vê-lo atuando como os antigos centro-médios (hoje volantes avançados). Cláudio Duarte lançou-o como meia-armador. Ernesto Guedes colocou-o na lateral-esquerda, e Dino Sani chegou a dar-lhe a camisa 10. Na Copa do Mundo de 1990, disputada na Itália, Galvão era o líbero do esquema de Sebastião Lazzaroni. E, pelo menos em termos de Seleção, acabou muito marcado pelo fracasso daquela equipe.

Em todas essas funções Galvão se deu bem, mas em nenhuma tão bem como na quarta-zaga, onde se tornou o capitão da maioria das equipes que defendeu. Após rápida passagem pelo Bangu, do Rio de Janeiro, conquistou um bicampeonato estadual em 1989 e 1990 pelo Botafogo carioca, que desde 1968 não ganhava nada. O exílio voluntário no Lugano, da Suíça, durou até 1996, ano em que voltou ao Grêmio para ser novamente campeão brasileiro, às portas dos 36 anos. Quase aos 37, Galvão foi de novo campeão brasileiro e conquistou a Libertadores, dessa vez pelo Vasco.

Mauro Galvão: um jogador técnico e líder


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